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21 de out de 2017

Dia Nacional de Combate à Sífilis




O terceiro sábado de outubro passou a ser um dia dedicado ao Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita. O objetivo é enfatizar a importância do diagnóstico e do tratamento adequados da sífilis especialmente na gestante durante o pré-natal.

A transmissão se dá principalmente por relações sexuais, assim como por transfusão de sangue ou contato direto com sangue contaminado, ou ainda, no caso da sífilis congênita, por via vertical da gestante para o filho. Essa última é uma das formas mais graves, pois pode causar má formação no feto. Os efeitos incluem alterações ósseas, surdez neurológica, dificuldades no aprendizado e retardo mental.

Os primeiros sintomas da doença são pequenas feridas nos órgãos sexuais e caroços nas virilhas (ínguas), que surgem entre 7 e 20 dias após o sexo desprotegido com alguém infectado. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Mesmo sem tratamento, essas feridas podem desaparecer sem deixar cicatriz. Mas a pessoa continua doente e a doença se desenvolve. Ao alcançar certo estágio, podem surgir manchas em várias partes do corpo (inclusive mãos e pés) e queda dos cabelos.

Após algum tempo, que varia de pessoa para pessoa, as manchas também desaparecem, dando a ideia de melhora. A doença pode ficar estacionada por meses ou anos, até o momento em que surgem complicações graves como cegueira, paralisia, doença cerebral e problemas cardíacos, podendo, inclusive, levar à morte.

O diagnóstico é feito através de exames de sangue que detectam a presença do anticorpo contra a bactéria que provoca a doença. Quando é devidamente tratada, a sífilis tem 98% de chance de cura. Cuide-se, faça o exame.