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31 de jul de 2014

Amamentar é um ato de Amor!




E também é oferecer carinho e proteção à quem você mais ama!



O leite materno é o melhor alimento para o bebê, e tanto a Organização Mundial da Saúde quanto a Unicef “recomendam a amamentação exclusiva durante os seis primeiros meses de vida da criança e a continuação do aleitamento materno por dois anos ou mais”.

E motivos para isso não faltam!




Para o bebê:



-crianças que se alimentam exclusivamente de leite materno são quatorze vezes mais propensas a sobreviver aos primeiros seis meses de vida do que crianças não amamentadas;


-a amamentação desde o nascimento reduz o risco de morte neonatal em até 45%, estimula a capacidade da criança de aprender e previne a obesidade, diabetes, hipertensão e outras doenças crônicas na vida adulta;

-bebês amamentados até os dois anos de idade são mais resistentes a doenças respiratórias e diarreicas;

-crianças amamentadas por suas mães têm melhor desenvolvimento e podem ser mais inteligentes em razão das trocas afetivas que acontecem durante o ato de amamentar;

-a importância do colo, do aconchego materno, que traduz a proteção e o amor, faz com que o trauma de sair de dentro da barriga de sua mãe seja menor, pois lá a criança estava quentinha e bem alimentada;

-é a melhor forma da criança receber cálcio, fósforo e ferro, além de outros nutrientes importantes, como as vitaminas, garantindo a boa formação óssea que vai do nascimento até os trinta e cinco anos de idade.





Para a mamãe:


-mamães que amamentam têm menos probabilidade de engravidar nos primeiros seis meses após o parto, se recuperam mais rápido após dar à luz e retornam ao peso original mais cedo;

-as evidências mostram também que elas têm menos depressão pós-parto e menor risco de desenvolver câncer de ovário e de mama ao longo da vida;

-a mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa;

-o sucesso para a amamentação exclusiva até os seis meses de vida da criança é iniciar o processo de amamentação logo em seguida ao parto; não oferecer outro tipo de alimento para o bebê como água e chás; oferecer o peito todas as vezes que a criança quiser, chorar ou manifestar fome; e não fazer o uso de chupetas e mamadeiras, para não acostumar a criança a uma forma mais fácil de sucção.




Quer saber mais? Veja os links abaixo da Unicef e do Ministério da Saúde:

Saúde da Criança - Nutrição Infantil, do Ministério da Saúde

Promovendo o Aleitamento Materno, da Unicef

Guia dos Direitos da Gestante e do Bebê - Unicef e Ministério da Saúde

Fonte: OMS, BrasilEscola, Unicef, Ministério da Saúde