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30 de out de 2013

Dia das Crianças com muita brincadeira!

No dia 26/10, o Méthodos comemorou o Dia das Crianças no espaço Vem Brincar, localizado no bairro Cantagalo em Pouso Alegre.

O evento foi exclusivo para seus colaboradores, que puderam levar, além de seus filhos, seus netos, sobrinhos e afilhados. 


Com muita diversão, pipoca, algodão doce e um saquinho surpresa para cada um, 61 crianças brincaram por toda a tarde, e uma camiseta especial para o evento também foi confeccionada. 













29 de out de 2013

Dia Nacional do Livro


Você sabia que os colaboradores do Méthodos Laboratório têm à sua disposição uma biblioteca com variados títulos e temas? Acreditamos nas sábias palavras do escritor Paulo Flávio Ledur: "Quem lê, se salva!". Por isso estimulamos a leitura, não só como instrumento para a formação profissional, mas sobretudo, como a melhor forma de conhecimento e formação de um saber sobre si mesmo e a humanidade.


28 de out de 2013

Méthodos promove palestra sobre câncer de mama.



No último dia 23 de outubro, como parte de sua campanha “É tempo de Outubro Rosa”, o Méthodos Laboratório promoveu a palestra “Câncer de mama:  aspectos gerais, diagnóstico e tratamento” no auditório da Acipa, em Pouso Alegre.

O palestrante Dr Giuliano Barboni Leite, Médico Mastologista, discorreu sobre o assunto para uma plateia de mais de 70 pessoas, abordando vários aspectos desta doença, desde a prevenção até o tratamento.







Nas palavras da Dra Luzia Helena, Diretora Administrativa do Méthodos Laboratório, “a incidência de câncer de mama é alta, e vem aumentando. Uma em cada 8 a 10 mulheres desenvolverá essa doença no decorrer da vida, e o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento. Quanto mais cedo for detectado, maiores as chances de cura, podendo chegar a 95%.

A medicina dispõe de recursos para o tratamento, mas é muito importante que nós exerçamos uma rotina para identificar eventuais alterações em nosso corpo, seja com o autoexame das mamas, seja através dos exames clínicos periódicos que fazemos com nossos médicos.

Cabe a nós, também, colaborar promovendo a causa, divulgando informações, conscientizando as mulheres – e também os homens - da importância da prevenção.”

Agradecemos publicamente à Acipa, na pessoa do Dr Alexandre, que com muita presteza nos cedeu o auditório da Acipa, e ao Dr. Giuliano Barboni Leite, por ter nos cedido seu precioso tempo.

Agradecemos também a todos os participantes.

É tempo do Outubro Rosa, e a informação é um importante aliado para prevenção.














27 de out de 2013

Fotógrafo retrata cicatrizes da Mastectomia.






Para conscientizar as mulheres mais jovens sobre o câncer de mama, o fotógrafo David Jay criou o The Scar Project's (Projeto de Cicatriz, em tradução livre) para fotografar mulheres diagnosticadas com a doença que passaram pela mastectomia.

Jay fotografou mais de 100 mulheres para o projeto. Mas nem sempre as imagens foram clicadas no estúdio do fotógrafo, que fica localizado em Nova York. Ele viajou para diversos países, como Austrália, México, Itália, Brasil e Índia, para registrar as mulheres vítimas da doença.

O trabalho foi exibido em algumas galerias e virou um livro "The SCAR Project: Breast Cancer Is Not A Pink Ribbon" (Projeto Cicatriz: Câncer de Mama não é um laço rosa, em tradução livre).

Jay afirma que as imagens podem ser desconfortáveis para algumas pessoas, mas elas forçam a confrontar os medos, a vida e a morte. "A realidade nem sempre é boa. Essa é a realidade. O projeto é uma oportunidade de ampliar o dialógo sobre o câncer de mama e temas que nem sempre são confortáveis de conversar a respeito", acredita.

A idade das mulheres fotografadas varia entre 18 e 35 anos e Jay conta que decidiu registrar mais jovens para alertar que a doença também aparece nessa faixa etária. "A maior parte da mídia fala do câncer de mama em mulheres acima dos 40, mas eu quis conscientizar as mulheres mais jovens dessa doença", justifica.

Para o fotógrafo, a maior lição que aprendeu com o projeto foi que as coisas ruins que acontecem na vida podem trazer consequências positivas. "A pior coisa que acontece na sua vida também pode ser a melhor, pois é aquela que vai te tirar da inércia. No dia a dia a gente sempre deixa nossos projetos e sonhos para depois, mas eles não devem ficar de lado", pondera.

Jay afirma que as imagens podem ser desconfortáveis para algumas pessoas, mas elas forçam a confrontar os medos, a vida e a morte. "A realidade nem sempre é boa. Essa é a realidade. O projeto é uma oportunidade de ampliar o dialógo sobre o câncer de mama e temas que nem sempre são confortáveis de conversar a respeito", acredita.

 Fonte: Uol Saúde e The Scar Project


26 de out de 2013

É tempo de Outubro Rosa!


Homens: o Outubro Rosa também é de vocês. Estimulem suas companheiras a se cuidarem.

Demonstre seu apoio a essa causa.
Espalhe essa ideia!https://www.facebook.com/events/162002857332170
A informação é um importante aliado da prevenção.

25 de out de 2013

Vaga para Assistente Comercial


Atualização de status em 15/07/2014 - Preenchido



Para você que é apaixonado pelo que faz:
VAGA PARA ASSISTENTE COMERCIAL

Cadastre seu currículo em nosso site:

http://methodoslab.com.br/contato-trabalhe-conosco


Pré-requisitos
-Ensino superior completo em Administração;
-Carteira de habilitação B;
-Experiência em atividades correlatas;

Habilidades:
-Poder de persuasão
-Capacidade de negociação
-Boa comunicação (oral e escrita)
-Saber trabalhar sob pressão.

Horário:
-De segunda a sexta, das 07h30 às 12h e das 13h30 às 17h30.

Local:
-Méthodos Laboratório (matriz)

Benefícios:
-Plano de saúde.
-Prêmio por produtividade
-Ticket alimentação

Atividades desenvolvidas:
-Captar e fechar contratos de novas parcerias.
-Visitar clientes.
-Acompanhar coletas empresariais.
-Cadastrar atendimentos empresariais.
-Oferecer suporte ao atendimento presencial.




23 de out de 2013

As desculpas mais comuns para não fazer mamografia!






Você deve ter milhões de desculpas para não fazer a mamografia anual, mas suas razões podem não ser tão boas quanto pensa.








1. Câncer de mama não acometeu nenhum membro de minha família, por isso eu não corro risco

É verdade que se o câncer de mama acomete sua família, você tem maior risco de ter a doença, principalmente se sua mãe ou irmã já tiveram. Mas, a maioria das mulheres que tem câncer de mama (85%) não tem histórico familiar da doença. Portanto, faça o rastreamento mamográfico de qualquer maneira.


2. Eu sou muito jovem

O câncer de mama é o tipo mais comum em mulheres a partir dos 55 anos de idade, mas, também pode acometer mulheres jovens. O rastreamento mamográfico consiste em realizar mamografia anual para mulheres com 40 anos ou mais. A partir dos 70 anos, a frequência dependerá do critério médico. Para mulheres com risco aumentado, a mamografia deve ser anual a partir dos 35 anos de idade. No Brasil mulheres a partir dos 40 anos de idade, têm amparo na Lei 11664/08 para solicitar que seja feita mamografia de rastreamento, apesar da falta de recomendação formal pelo Ministério da Saúde.


3. A radiação é muito arriscada

A mamografia utiliza raios X para formar a imagem da mama e é utilizada para o rastreamento do câncer de mama. Como o tecido da mama é difícil de ser examinado com o uso de radiação penetrante, devido às pequenas diferenças de densidade e textura de seus componentes como o tecido adiposo e fibroglandular, a mamografia possibilita somente suspeitar e não diagnosticar um tumor maligno. A imagem é obtida com o uso de um feixe de raios X de baixa energia, após a mama ser comprimida entre duas placas. O risco associado à exposição à radiação é mínimo, principalmente quando comparado com o benefício obtido. 


4. Eu tenho medo do que pode ser encontrado

Não tire conclusões precipitadas. Lembre-se, 80% dos nódulos encontrados tendem a ser benignos. A mamografia também não altera nada, apenas mostra com precisão o que já está lá. Se com a mamografia é encontrada alguma alteração não seria melhor saber mais cedo do que tarde se é uma doença maligna?


5. É um exame muito caro

Não. Toda paciente atendida pelo SUS não paga nada para a realização da mamografia. Todos os convênios e seguros de saúde cobrem o custo do exame. 


6. É muito dolorosa

A mamografia é um exame muito rápido, pode provocar em algumas mulheres, dependendo da sensibilidade individual, dor que é tolerável, o desconforto provocado pelo exame é breve. O que pode ajudar:
-Agende seus exames quando suas mamas estiverem menos sensíveis, ou seja, não agende antes da menstruação.
-Tome um analgésico antes do exame para aliviar a dor.
-Deixe que a técnica saiba que você pode estar sensível. Ela poderá assim ser capaz de tornar o exame menos doloroso oferecendo uma experiência positiva.


7. Eu não tenho nódulos nas mamas

Isso é bom, mas mamografias podem encontrar pequenos tumores com tamanho de 1 milímetro até 3 anos antes de você poder senti-los. Os tumores pequenos, em estágio inicial são tratáveis e o diagnóstico precoce tem chance de até 95% de cura. 


8. Eu sou uma pessoa muito ocupada

Reserve um tempo. Uma mamografia dura entre 15 - 30 minutos, e é parte de seus exames de rotina. É muito mais demorado se você ficar doente.


9. Meus seios são muito densos

A mamografia pode não ser tão eficaz na detecção de nódulos ou lesões cancerosas em mamas densas, mas também não é inútil. Se sua mamografia não está clara em função das mamas densas, poderá ser feito um segundo exame de imagem, por exemplo, ultrassom ou ressonância magnética.


10. Eu me alimento bem e me exercito regularmente, logo, não corro riscos

Dieta equilibrada e prática de exercícios para manter uma vida saudável podem diminuir o risco de um câncer de mama, mas não o elimina completamente, por conta disso é muito importante a realização da mamografia a partir dos 40 anos, cuide de sua saúde, cuide de suas mamas.



21 de out de 2013

Projeto Chama recebe doações

Neste mês de outubro, o Projeto Chama foi o escolhido para receber as doações de alimentos que são adquiridos com  recursos do projeto de responsabilidade social Reciclando Esperança.

Atualmente, o Projeto Chama atende a 100 crianças, sendo que 13 delas são atendidas em período integral.











17 de out de 2013

Evolução no tratamento do câncer aumentará taxa de sobrevivência





Entre os motivos estão o diagnóstico precoce e a evolução na forma de tratamento.









O número de pacientes que sobrevivem ao câncer deve aumentar 31% até 2022 nos Estados Unidos. É o que diz o estudo feito pela Sociedade Americana de Pesquisa sobre o Câncer (The American Association for Cancer Research, AACR). Ainda segundo a pesquisa, essa porcentagem significa um salto de 13,7 milhões de sobreviventes em janeiro de 2012 para 18 milhões dez anos mais tarde. O relatório aponta para sobrevivência ao câncer de modo geral, mas, de acordo com o Dr. Ruffo de Freitas Júnior, diretor da Escola Brasileira de Mastologia, da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), os dados da pesquisa também se adéquam ao Brasil, inclusive em casos de câncer de mama. "Este fato está relacionado ao aumento do número de pacientes detectados com tumores iniciais, além do desenvolvimento no tratamento do câncer", diz
Ainda de acordo com a pesquise feita pela sociedade Americana, estima-se que 16% das pacientes já terão desenvolvido pelo menos um tumor anteriormente. Isso se explica pelo fato de que aquelas que apresentaram um tumor maligno carregam maior chance de desenvolver um segundo tumor. Em outras palavras, mulheres que tiveram câncer em uma das mamas correm um risco 10 vezes maior de desenvolver um novo câncer na mama contralateral, se comparadas às demais mulheres que nunca foram diagnosticadas.
Falando de números brasileiros, Freitas aponta que mulheres da cidade de Goiânia, tratadas em ocasiões diferentes, que tiveram câncer de mama entre 1988 e 1990, apresentaram 57% de chance de estarem vivas após cinco anos. Os dados são de pesquisa feita pelo próprio mastologista. Já para mulheres que detectaram o câncer entre 1990 e 1994, o estudo mostrou que a chance de permanecerem vivas no mesmo período de tempo foi de 65%. Por fim, para as que descobriram a doença entre 1995 e 2003, a expectativa saltou para 72%. Para o mastologista, melhores esquemas de quimioterapia, o desenvolvimento da endocrinoterapia e, mais recentemente, as terapias biológicas alvo dirigidas têm sido responsáveis por essa sobrevida.
Por outro lado, o número de casos novos de câncer de mama teve um aumento expressivo, de 75% em 1975 para quase 89% em 2012. A mudança no estilo de vida da mulher, incluindo redução do número de filhos, postergação da maternidade, aumento da ingestão de bebidas alcoólicas, alimentação inadequada com aumento do peso após a menopausa, entre outros, contribuiu significativamente para esse número. "O aumento da longevidade entre as mulheres é outro fator que deve ser considerado", explica Ruffo de Freitas Júnior.

16 de out de 2013

Câncer de Mama: é bom saber...






O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres. Cerca de 50.000 mulheres são diagnosticadas com câncer de mama anualmente no Brasil.

O câncer de mama tem altas chances de ser curado se for diagnosticado e tratado precocemente, contudo, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas no Brasil porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados.

A mamografia é o melhor método de detecção precoce do câncer de mama podendo ou não ser complementada pela ultrassonografia mamária, a critério médico. O exame deve ser realizado anualmente a partir dos 40 anos de idade para as mulheres que não apresentam sintomas. Pacientes com histórico familiar de parente de 1º grau com câncer de mama antes dos 50 anos de idade deverão iniciar o rastreamento com mamografia por volta dos 35 anos de idade.

Sintomas que sejam suspeitos para câncer de mama deverão ser investigados assim que apareçam. Lei Federal 11.664/2008, garante às mulheres a partir de 40 anos a realização do exame de mamografia na rede do SUS.

O auto exame das mamas deve ser realizado todos os meses após o término da menstruação. Pacientes que não menstruam devem estipular uma data para se examinarem mensalmente.



Sintomas suspeitos


 - Nódulos endurecidos, com pouca mobilidade ou que apresentam crescimento progressivo
 -Abaulamentos e retrações das mamas e mamilos
 -Secreções unilaterais e espontâneas dos mamilos (sanguinolentas ou cristalinas)



Fatores de risco


 -Idade precoce da 1ª menstruação
 -Idade tardia da menopausa
 -Mulheres que não tiveram filhos ou que tiveram o primeiro filho depois dos 30 anos de idade
 - Uso de terapia de reposição hormonal
 -Idade
 - Histórico de radioterapia sobre o tórax
 - Mutações genéticas
 -Parentes diagnosticados com câncer de mama (principalmente os parentes de 1º grau e se diagnosticados antes dos 50 anos de idade)




Fatores protetores


 -Amamentação
 -Prática regular de atividade física
 -Alimentação saudável
 -Bom controle de peso corporal